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Exercício Não-Objeto

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  Diretrizes: Um movimento que cause som e alguma textura Este trabalho parte da proposta de criar um “não objeto” : algo que, embora material, se afasta de uma função utilitária clara. A peça é uma caixa simples, envolta em material comum, da qual emergem cinco cordas de violão tensionadas. Quando ativadas, essas cordas produzem som e movimento , criando uma experiência sensorial que escapa da lógica tradicional do objeto funcional.

Pesquisa: obras “não-objeto” + artistas cinéticos

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Achei muito interessantes as obras da Rebecca, especialmente porque ela sempre busca estender nosso corpo e as sensações que ele pode experimentar. Gosto da forma como seus trabalhos carregam um estilo mais melancólico, o que acrescenta uma profundidade emocional marcante. Uma das obras que mais me chamou atenção foi a do meio, Pencil Mask . Nela, o rosto ganha uma nova função — agora, ele também pode criar. Grande parte de suas obras são performances, e, nelas, os movimentos são sempre lentos e calmos, o que, na minha opinião, compõe uma estética bastante agradável e contemplativa.

Desenhos perspectiva (1 de imaginação + 1 de observação)

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Imaginação Perspectiva 

Design: Obstáculo para remoção de obstáculos? (fichamento)

Um objeto é algo que está no meio, lançado no espaço. Com essa afirmação, entendo que um objeto ocupa um lugar, mesmo quando não pode ser visto a olho nu — como as redes de comunicação, por exemplo. O texto também aborda o fato de que criamos objetos para remover obstáculos, mas que, paradoxalmente, esses mesmos objetos acabam se tornando novos obstáculos. O autor afirma que romper completamente com essa lógica é impossível, mas que é possível reduzi-la. Para ele, ao criar um objeto, é fundamental pensar em como ele pode evitar se tornar um obstáculo na vida das pessoas. Deve haver um equilíbrio entre função, impacto, estética e a relação com o outro. Seguindo essa linha de raciocínio, o autor argumenta que os objetos transformam a maneira como vivemos, pensamos e nos relacionamos com o mundo e com as pessoas. Ele também alerta para a responsabilidade de pensar nos objetos não apenas para o presente, mas para o futuro, pois tudo o que é criado hoje será usado adiante. Por fim, o aut...

Texto sobre o não-objeto

A arte, ao longo da história, sempre tentou alcançar a perfeição estética, buscando representar a realidade da forma mais fiel possível. Com o tempo, essa ideia foi mudando, passando pelo cubismo até chegar à arte abstrata. Embora a arte abstrata se afaste da representação direta da realidade, ela ainda tenta representar algo — seja por meio de formas, cores ou gestos —, mesmo que de uma maneira mais livre e não figurativa. Mas, mesmo assim, a arte abstrata ainda depende de um suporte físico, como uma tela ou um quadro. Por isso, ela não pode ser considerada um "não-objeto", pois ainda existe essa mediação entre o mundo real e a obra. O "não-objeto", por outro lado, é uma proposta que busca quebrar essa ideia de mediação. Em vez de depender de uma tela ou de um material específico, o "não-objeto" é uma obra que não se limita a um formato fixo. Ele busca criar uma experiência mais direta e interativa, onde a obra se mistura ao ambiente e permite que o espec...

Parágrafo animação cultural

Achei interessante a forma como o texto critica a crescente dependência da humanidade em relação aos objetos, tratando-os como se fossem programados para nos controlar, quase como uma "seita" que deseja dominar a humanidade. Flusser cita que a nossa ciência já não avança mais sem a mediação dos objetos e dá a entender que eles estão, pouco a pouco, expandindo seu domínio para outras áreas do conhecimento. Porém, é a própria humanidade que concede esse poder aos objetos, permitindo que nos dominem. O texto retrata exatamente isso: os objetos querem "animar" a humanidade, ou seja, torná-la sua escrava. E podemos ver isso claramente no mundo físico: quem hoje vive sem um aparelho celular ou sem o conforto que os objetos proporcionam? Os objetos em si não são nem bons nem maus — eles simplesmente existem —, mas somos nós que, por não sabermos usá-los de maneira consciente, nos tornamos seus subordinados.

Desenho de observação

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